Mesmo com alta no preço dos notebooks, lojas não registram queda nas vendas
Com um dólar seguindo em alta, a falta de componentes eletrônicos no mundo e grande demanda de itens de informática, devido à necessidade brusca de conexão, quem procura hoje um notebook é surpreendido com preços elevados.
De acordo com o gerente da loja Deltasul, Orlei Lutz, no início da pandemia a procura por notebooks cresceu. Quem já tinha um notebook procurou por um melhor. Quem ainda não tinha, comprou. Isso fez com que o mercado de eletrônicos aquecesse e alguns produtos faltassem nas lojas. Com a chegada das novas remessas, algumas marcas sofreram reajustes nos preços. No entanto, mesmo com a alta, a procura por notebooks não registou queda.
Os smartphones também sofreram reajustes. Lutz explica que a linha tem produtos de todos os valores, desde os mais baratos aos mais caros. Os consumidores, por sua vez, tem procurado aparelhos que atendam a necessidade e com valores medianos, portanto aparelhos com custo média são os mais procurados.
O que não tem sido procurado por consumidores é o tradicional computador de mesa, com monitor e teclado. O gerente explica que, devido a baixa procura, a loja não está mais trabalhando com esse produto.
A boa notícia é que com a volta das indústrias, não faltará produtos. Portanto, a linha de eletrodomésticos e eletroeletrônicos não devem faltar no final do ano.