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Saúde

Mais rigor nas cesáreas visa garantir saúde da mãe e do bebê

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Em julho deste ano entrou em vigor uma resolução da Agência Nacional de Saúde que pressiona os planos a fiscalizar mais os hospitais e médicos para diminuir o número de cesarianas no Brasil, o país que mais realiza este procedimento. Dados do Ministério da Saúde indicam que a cesárea sem indicação médica provoca riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê, aumentando em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe.

 

O médico Alberi Grando ressalta que a cesariana deve ser feita por necessidade fisiológica e não para tornar o nascimento mais conveniente para alguém. Ele enfatiza que no parto normal há uma compressão no tórax do feto, facilitando a respiração do bebê.

 

Com as novas regras, cesarianas marcadas com antecedência e sem indicação médica serão coibidas pelas operadoras. Apenas cesáreas recomendadas – como no caso de gestantes com diabetes não controlada ou com placenta insuficiente – ou cesáreas que se fizerem necessárias durante um trabalho de parto difícil serão reembolsadas pelos planos de saúde.