Madrasta do menino Bernardo tem registro de enfermagem cassado
A enfermeira Graciele Ugulini, presa e aguardando ser julgada pela morte do menino Bernardo Boldrini, teve o registro profissional cassado pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). O processo ético-disciplinar foi julgado na terça-feira (13) pelo Colégio de Presidentes, última instância do Cofen.
A cassação por 30 anos segue o parecer encaminhado em agosto do ano passado pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS). Na época, os conselheiros da entidade gaúcha votaram por unanimidade pela indicação de cassar o direito ao exercício profissional de Graciele.
O processo foi instaurado pelo Coren-RS em junho de 2014, dois meses após o corpo de Bernardo ter sido encontrado. A enfermeira já estava presa.
Além de Graciele, são réus no processo sobre a morte de Bernardo o pai do menino, o médico Leandro Boldrini, e os irmãos Edelvânia e Evandro Wirganovicz. Os quatro estão presos e respondem por crimes como homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
*G1