Lavouras de soja na região surpreendem com produtividade superior a 80 sacas por hectare
O Rio Grande do Sul vive um dos momentos mais importantes para a agricultura: a colheita da soja. Dependendo do clima mais seco para evitar umidade nos grãos e “atolamento” das máquinas, quando há condições climáticas, o que se vê é um grande movimento de produtores colhendo nas lavouras.
O mesmo clima que desafia na colheita traz também um cenário de tensão ao longo de todo o desenvolvimento das plantas. Com um ano de 2023 de chuvas acima da média, o que se viu nas lavouras foi o surgimento superior de doenças folhares, especialmente o fungos. Esta situação trouxe, no início da colheita, temores de baixa produtividade.
No entanto, o que as primeiras lavouras colhidas estão revelando é uma surpresa positiva, além da prova em campo de que o correto manejo com defensivos faz a diferença. A situação das lavouras na região foi debatida no programa semanal Cotações e Mercado, no último domingo na Uirapuru.
Conforme o engenheiro agrônomo Luciano Remor, 31% das lavouras já foram colhidas, revelando uma produtividade média, na região, de 86 sacas por hectare. O número é bem superior a safra anterior, que revelou na época 51 sacas por hectare. O fator decisivo para esta boa produtividade está no manejo correto de defensivos e fungicidas. Quem aplicou os produtos corretamente teve um aumento médio de 40 sacas por hectare, avaliou.