Hospital de Olhos Lions Passo Fundo amplia atendimentos pelo Programa Mais Acesso a Especialistas
O Hospital de Olhos Lions Passo Fundo aderiu ao Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAI), iniciativa que busca ampliar o atendimento oftalmológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição oferecerá consultas e exames em diferentes faixas etárias, com ênfase em crianças e pacientes com retinopatia diabética.
De acordo com Janaina Guerra Falabretti, administradora hospitalar, o hospital disponibilizará serviços contratados por meio das Ofertas de Cuidado Integrado (OCIs). As avaliações iniciais em oftalmologia serão divididas em três categorias:
- Crianças de 0 a 8 anos: consultas, teste ortóptico e biomicroscopia.
- Crianças de 0 a 8 anos com estrabismo: consultas, teste ortóptico, tonometria, mapeamento de retina, fundoscopia e retinografia colorida.
- Pacientes a partir de 9 anos: consultas, teste ortóptico, tonometria, mapeamento de retina e biomicroscopia.
Além disso, haverá atendimento para pessoas com retinopatia diabética, independentemente da idade, incluindo consultas, tonometria, mapeamento de retina, retinografia colorida e biomicroscopia.
O hospital atenderá 280 pacientes por mês dentro do programa, distribuídos da seguinte forma: 20 crianças de 0 a 8 anos para avaliação inicial, 30 para avaliação de estrabismo, 160 pacientes a partir de 9 anos e 70 pacientes com retinopatia diabética.
O atendimento será regulado pelo SUS por meio do sistema GERCOM, e a instituição está alinhando os detalhes do fluxo de atendimento com a Sexta Coordenadoria Regional de Saúde. “Mais de 70% dos nossos atendimentos são SUS”, destacou Janaina.
O governo estadual destinará aproximadamente R$ 62,4 milhões ao programa, que será distribuído entre as instituições de saúde conforme o número de atendimentos. A expectativa é atender cerca de 27.116 pacientes em todo o estado.
O PMAI também ampliará atendimentos em outras especialidades, como cardiologia, ortopedia, otorrinolaringologia e oncologia (nas subespecialidades de ginecologia, gastrologia, proctologia e urologia). Segundo Janaina, o programa é um projeto piloto e poderá ser expandido conforme a demanda e avaliação de sua efetividade.