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Saúde

Fique Atento: novo calendário de vacinação começa a vigorar no país

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O novo calendário de vacinação começa a vigorar em todo o país na rede pública de saúde. Algumas doses foram expandidas e outras suprimidas.

 

A vacina contra a poliomielite atualmente é aplicada da seguinte forma: duas doses da vacina inativada (VIP), aos dois e quatro meses, e aos seis a vacina oral. A partir de agora a terceira dose será substituída pela VIP. Os reforços aos 15 meses e quatro anos da vacina oral seguem sem mudanças. Também em 2016 a vacina oral trivalente será substituída pela bivalente.

 

Conforme o ministério, a mudança está de acordo com a recomendação do Plano Global de Erradicação da poliomielite 2013-2018, que aborda também a redução gradual de vacinas orais para pólio.

 

A pneumocócica 10 valente perde uma dose. Agora, será aplicada aos dois e quatro meses, deixando de ser aplicada aos seis, tendo apenas um reforço aos 12 meses.

 

A vacina meningocócica C (conjugada) terá o reforço antecipado para os 12 meses. Atualmente as doses são aplicadas aos três, cinco e 15 meses.

 

A vacina para hepatite A deixa de ser aplicada aos 12passando para os 15 meses de vida. A explicativa é a redução das vacinas injetáveis no primeiro ano de vida e os desconfortos provocados por elas. De acordo com a resolução, esta alteração não afeta o propósito de proteção da criança.

 

A vacina da hepatite B será ampliada para toda população, independente de idade ou condição de vulnerabilidade. Conforme a coordenação de política de vacinação, o aumento da expectativa de vida da população e qualidade de vida aumentam as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

 

Vacina papiloma vírus humano (HPV) agora passa a ser aplicada em duas doses, em vez de três e em crianças e adolescentes entre nove e 13 anos.

 

Segundo o ministério da saúde, historicamente os calendários são recomendados respeitado situações epidemiológicas, mudanças nas indicações vacinais ou incorporações de novas vacinas.

*Rádio Gaúcha