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Saúde

Fatores genéticos de ansiedade podem contribuir para o vício em álcool

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Miotto

Recentemente foi celebrado o Dia Nacional de Luta contra as drogas e o alcoolismo  A data chamou a atenção para as drogas ilícitas, vendidas de forma clandestina e ilegal, que alimentam o crime, mas também chamou a atenção para o álcool, presente em todos os lugares de forma legalizado.  Festas, jantares familiares, celebrações de final de ano ou simplesmente na privacidade do lar são locais e momentos que o álcool se faz presente.

No entanto, a bebida pode causar vício e como qualquer droga, destruir a vida de uma pessoa. O assunto foi abordado dentro do último programa Emoção, Afeto e Comportamento.  O programa, apresentado pelo Dr. Erico Hecktheuer – Médico Psiquiatra, recebeu nos estúdios o Médico Psiquiatra Jorge Carrão, renomado profissional da saúde que também fundou uma clínica de reabilitação na cidade.  Conforme Carrão, é preciso entender que o consumo de álcool está presente na cultura mundial e em especial da brasileira. Hoje uma pessoa que não bebe é vista como alguém estranho.

Para Carrão, o consumo de álcool de forma eventual pode ser seguro.  No entanto, é preciso entender o que é abuso.  Disse que muitas pessoas usam a bebida como anestésico mental, para esquecer, deixar de lado os problemas e isso é o que pode se revelar um vício. Revelou ainda que fatores genéticos podem favorecer o surgimento do vício em bebida, em especial famílias com histórico de ansiedade em algumas gerações.  A bebida chega para aliviar esta ansiedade, alertou o médico. Desta forma é preciso, antes de tudo, saber os perigos do seu consumo de forma frequente.