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Saúde

Falta de estrutura em unidades de saúde do município prejudica a distribuição de vacinas em Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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A ausência de vacinas essenciais em algumas unidades de saúde do município tem preocupado os passo-fundenses. Parte essencial no cuidado com a saúde, principalmente das crianças, a vacinação está entre as principais conquistas da saúde pública e é responsável por estimular o sistema imunológico.

 

As doses tornam o organismo imune, ou mais resistente a algumas doenças que podem atingir o ser humano, e devem ser aplicadas de acordo com o estabelecido pelo calendário vacinal.

 

A não aplicação de alguma das doses amplia a vulnerabilidade do paciente – e das pessoas que o cercam – por não atingir o nível de proteção necessária.

 

De acordo com o secretário de saúde, Luis Artur Rosa Filho, a responsabilidade do município, nesses casos, é apenas receber, conservar e aplicar as doses, que são disponibilizadas pelo Estado.

 

Mas o município enfrenta dificuldades de armazenagem das vacinas. Segundo informa, a falta de estrutura das unidades de saúde, e até a precariedade de algumas delas, como casos de falta de energia elétrica, prejudicam o atendimento à população. Para o secretário, somente com a qualificação das unidades é que os problemas serão amenizados.

 

O caso mais recente é em uma geladeira no Cais da Hípica, que já está sendo resolvido. Enquanto isso, conforme o secretário, os pacientes são direcionados para outras unidades de saúde próximas, para receber a imunização. O secretário afirma que não há perda de vacinas, pois elas são retiradas e encaminhadas para armazenagem em outros locais. Segundo ele, há cerca de 60 geladeiras em funcionamento no município.

 

A lista de medicamentos e insumos do SUS está sendo atualizada pelo Ministério da Saúde. De acordo com a portaria publicada ontem, e que deve entrar em vigor em 120 dias, a descrição dos medicamentos atende à classificação da Organização Mundial da Saúde. A lista completa está disponível no Site do Ministério.

 

Conforme o secretário, a próxima compra deve acontecer no mês de fevereiro e já irá abranger os novos medicamentos. Ele afirma que, conforme levantamento feito no final de 2014, não há falta de medicamentos básicos no município.