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Educação

Escolas de Passo Fundo avaliam como positivo retorno obrigatório às aulas presenciais

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli
Escolas de Passo Fundo avaliam como positivo retorno obrigatório às aulas presenciais
Escolas de Passo Fundo avaliam como positivo retorno obrigatório às aulas presenciais

O Gabinete de Crise decidiu autorizar nesta semana mudanças nos protocolos das escolas gaúchas, autorizando o retorno obrigatório às aulas presenciais para estudantes da Educação Básica. O Gabinete de Crise decidiu acatar o pedido da Secretaria da Educação (Seduc) para que o retorno presencial às aulas se torne obrigatório aos estudantes da Educação Básica: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio e todas as redes de ensino do Rio Grande do Sul: estadual, municipais e privadas.

O retorno presencial obrigatório na Educação Básica, desde que sejam garantidos os protocolos sanitários vigentes. Na avaliação da equipe de governo, tendo em vista a queda das taxas de contaminação e hospitalizações e o avanço da vacinação no RS, o momento é propício para a retomada das aulas presenciais.

Em casos de excepcionalidade, como condições médicas específicas e comorbidades, será autorizada a continuidade das atividades escolares do estudante em regime remoto. O detalhamento dessas exceções será debatido entre as equipes das secretarias da Educação e Saúde e posteriormente publicadas em decreto. O decreto deve ser editado até esta sexta-feira (29) e começar a valer a partir da próxima quarta-feira (03), após o feriadão.

Conforme o secretário de Educação de Passo Fundo, Adriano Canabarro Teixeira, o retorno obrigatório é estratégico para que se possa tratar da desigualdade educacional que sempre existiu e, com a pandemia, ela se agravou. De acordo com o secretário, estar na escola é importante. As pessoas questionam o motivo de voltar a ser obrigatório ir para a aula somente no final do ano. No entanto, conforme Teixeira, é fundamental estar nas escolas, passar por um processo de avaliação e identificar o que está faltando para que em 2022 as atividades sejam colocadas em dia.

O secretário lembra que desde o início da pandemia a prefeitura de Passo Fundo respeitou os decretos e determinações do Estado. Desse modo, o município aguarda a publicação do decreto para avaliar os próximos passos.