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Geral

Empresa propõe mudança em projeto da pista e gera impasse que trava início da obra do Aeroporto Lauro Kortz

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

No final de 2018 a empresa o consórcio formado pelas empresas Traçado Construções e Serviços Ltda. e Engelétrica foram declaradas vencedoras da licitação que prevê a reforma e ampliação do aeroporto Lauro Kortz. Desde então uma série de dificuldades impediram que a obra pudesse sair do papel, mesmo com dinheiro garantido, de aproximadamente R$ 43 milhões.

O principal problema no momento é com relação ao pavimento que será utilizado na pista de pouso e decolagem. O anteprojeto previa um tipo de base de pavimento e revestimento (asfalto), porém a empresa responsável propôs no projeto final outro material, o que só seria aceito pelo Estado com a redução do valor no custo da obra, mas garantindo a qualidade.

O projeto foi reapresentado pela empresa, mas sem o polímero, material que garante a durabilidade maior do asfalto e é muito importante, especialmente para uma pista que vai receber uma carga considerável. Sem o polímero, o Estado e a ANAC não aceitam o projeto. Essa questão precisa ser resolvida, pois na avaliação do governo não adianta fazer uma obra e logo depois ter que refazer.

O secretário de governança e gestão, Claudio Gastal, que está conduzindo as negociações para a retomada das obras no Aeroporto de Passo Fundo, explica que no momento, o governo gaúcho está em negociação com o Consórcio contratado para resolver o impasse quanto à conclusão do projeto básico, principalmente no que se refere a proposta de recuperação da pista de pouso e decolagem–PPD.

Gastal mantém otimismo com relação a solução desse impasse e também com a retomada das operações das empregas Gol e Azul no aeroporto de Passo Fundo.