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Saúde

Emoção, Afeto e Comportamento: rotina é inimiga e casais devem construir relação de forma constante

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Miotto

Os relacionamentos humanos são repletos de desafios e, como a maioria das coisas, muda.  É comum também ocorrerem reclamações das pessoas para como o peso do tempo altera as pequenas coisas das relações amorosas, que muitas vezes acabam não resistindo.  O assunto foi abordado dentro do programa semanal Emoção, Afeto e Comportamento, em sua mais recente edição.

Apresentado pelo médico psiquiatra Dr. Erico Hecktheuer, o programa recebeu como convidada a terapeuta e professora Andiara Do Amarante, especializada em terapia de casais, além de sexóloga.  O tema girou em torno da obra literária “Sexo no cativeiro”. O livro é um sucesso de vendas internacional e visa apontar soluções para manter o interesse sexual do casal ao passar dos anos. O psiquiatra Erico Hecktheuer questionou a professora Andiara sobre qual o ponto chave para não cair nas armadilhas que uma relação duradoura traz.

Andiara explicou que a rotina é inimiga das relações, não pela convivência, mas pelo que a intimidade traz, repelindo a chama do desejo que existe quando os dois não passam todos os dias juntos. Conforme Andiara, é preciso, em primeiro lugar, investir tudo nos encontros amorosos do casal, da mesma forma que ocorria nos primeiros encontros.

A acomodação é inimiga e torna o sexo rotineiro e sem graça para ambos.  Neste cenário inicia o atrito que pode resultar em um problema maior e aí surge o termo “encarcerados”. Explicou que a vida do casal é uma construção, podendo ser feita de várias formas, a depender dos dois, prezando o cuidar da relação.