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Geral

Emoção, Afeto e Comportamento: desafio da escola é pontuar a diferença entre ambientes

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Miotto

A escola é um dos ambientes onde as crianças mais passam tempo durante sua importante fase de desenvolvimento.  Lá os educadores ensinam, incentivam talentos e também cuidam dos pequenos.  No entanto, quando essa atividade termina, há sempre o tema de casa.

Este trabalho serve para que as lições sejam continuadas em casa, estendendo assim a aula para o ambiente do lar.  No entanto, é comum a falta de participação das famílias no ambiente escolar. Diante disso, o tema do programa Emoção, Afeto e Comportamento, desta semana, foi Família na Escola.

No programa foi questionada a função da família, o papel da escola e como esta parceria pode ocorrer da melhor forma possível.  Apresentado por Erico Hecktheuer e Vinícius Brammer, o programa contou com a participação da Professora Roselise Borchardt, diretora da EMEI Cantinho Feliz. Conforme a professora, é preciso saber que a escola e o ambiente familiar são dois locais distintos, mas que convivem e trazem reflexos.

A pandemia deixou as crianças mais tempo em casa, longe da socialização e mais próximo dos pais.  Ela revelou que, agora no retorno às atividades presenciais, o que os professores viram foram crianças que voltaram cheias de autoridade frente aos pais.  Muitos retornaram com o comportamento do: se eu não tenho o que eu quero, eu choro, eu grito.

Isso está sendo notado em crianças de 4, 5 e até seis anos.  Para a professora, o desafio da escola é pontuar a diferença dos dois ambientes, com a responsabilidade, os direitos e deveres de cada espaço. A professora reconheceu que os pais superprotegeram os filhos na pandemia, mas disse que este comportamento é normal em uma época delicada e de tantos desafios.