“Em 2022 os alunos estarão de volta a Escola Lucille Fragoso de Albuquerque”, diz diretora
Melhorar a infraestrutura física e tecnológica das escolas, assegurar a recuperação da aprendizagem pós-pandemia e qualificar o ensino público gaúcho de forma mais inclusiva. Esses são alguns dos objetivos do Programa Avançar na Educação. Lançado pelo Governo do Estado na semana passada, o projeto contempla um plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão na educação estadual até 2022. É o maior investimento na área educacional do Rio Grande do Sul nestes últimos 15 anos.
Uma das estratégias do Avançar na Educação envolve a criação de 56 chamadas “escola padrão” da rede estadual. Essas instituições receberão reformulação de espaços, adquirindo internet de alta velocidade e conectividade, salas de leitura e recursos, acessibilidade, e a padronização de espaços de convivência, como áreas esportivas, refeitórios, salas de professores, cozinha, etc.
Dentre as escolas, duas são de Passo Fundo. Uma delas é a Escola Maria Dolores Freitas Barros, do bairro Santa Marta, e a outra é a Escola Lucille Fragoso de Albuquerque, do bairro Vera Cruz, que está há anos sem receber alunos em função de problemas estruturais e na parte elétrica.
Em entrevista na Uirapuru, a diretora da Escola Lucille Fragoso de Albuquerque, Solange Aparecida Rocha Martins, afirmou estar muito contente com o auxílio do programa e espera que as melhorias sejam colocadas em prática o mais rápido possível.
A diretora disse que não foram detalhados os motivos da Lucille Fragoso ter sido escolhida para o projeto de escola padrão, mas acredita que a escolha se deu porque a instituição está há muito tempo precisando concluir reformas que já foram iniciadas.
Solange afirmou que a escola teve muitas melhorias feitas na parte elétrica, que já está sendo concluída, além de pintura nas salas de aula, mas outras situações ainda de um primeiro projeto precisam ter continuidade. Agora, com o programa Avançar na Educação, a diretora também acredita que são grandes as chances de maiores investimentos na escola.
Segundo Solange, o engenheiro que está cuidando das obras aguarda agora a aprovação de um novo projeto feito para dar continuidade aos consertos. Definindo esses pormenores, até 2022 os alunos já estarão de volta a escola, após passarem praticamente dois anos tendo aulas no prédio do antigo Senai.