EGR adverte empresa que atrasou salários dos trabalhadores do pedágio de Coxilha
Desde que
assumiu o controle dos pedágios do Estado, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR)
tem enfrentado diversos desafios operacionais. Alguns acabaram sendo herdados
das empresas privadas que antes faziam a gestão das praças, deixando a EGR em
uma posição complicada.
A Uirapuru foi procurada por trabalhadores do pedágio
de Coxilha, que alegaram estar com os salários atrasados em quase dez dias,
além de não terem o FGTS depositado e as férias serem pagas somente no retorno,
o que é ilegal.
O diretor administrativo da empresa, Carlos Arthur Hauchild,
explicou que o serviço naquele pedágio é feito por uma empresa terceirizada.
Ele destacou que a prestadora será notificada pelo atraso e afirmou que fez o
repasse dentro do prazo, sendo que o salário foi pago ontem.
Destacou também
que se o fato se repetir o contrato pode ser rescindido e tranquilizou os
servidores dizendo que a administração estará atenta aos procedimentos da
empresa. Hauchild frisou, ainda, que existe um seguro contratual, onde se a
empresa precisar terminar o contrato é garantido o pagamento dos funcionários
através deste seguro, até que outra prestadora assuma as operações.
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