Dois investigados por sequestro de médica em Erechim são soltos
Neste final de semana, duas pessoas presas, por suposto envolvimento no sequestro da médica Tamires Gemelli Silva Mignoni, foram soltas. Segundo o delegado Gustavo Ceccon da DRACO de Erechim, não foram encontrados elementos que indicassem a participação dos dois investigados soltos.
A Polícia Civil de Erechim, entendeu que o taxista e a mulher do vigilante que teria planejado o sequestro, não teriam participação no caso, não foram encontrados elementos que indicassem a participação dos dois investigados soltos.
O vigilante, apontado como mentor do crime, e uma mulher, que teria ajudado na abordagem à médica, em Erechim, e cuidado do cativeiro, seguem presos. Tamires foi sequestrada quando saía de um posto de saúde em Erechim, no último dia 16 deste mês.
Ela foi libertada na noite da quarta-feira (20), no município paranaense de Cantagalo.
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A suspeita inicial em relação ao taxista era de que ele teria dirigido para levar a vítima até o Paraná, onde foi achado o cativeiro, o que não se confirmou. Ele foi investigado porque fez corridas para os sequestradores.
O principal suspeito de arquitetar e executar o sequestro é um vigilante de banco da cidade de Laranjeiras do Sul, no Paraná, de onde Tamires é natural. É nesta cidade também que o pai dela, Berto Silva, é prefeito.
O suspeito confessou aos policiais que há dois anos já havia tentado sequestrar a médica. A mulher que cuidava do cativeiro receberia R$ 5 mil pelo trabalho.
As investigações prosseguem para verificar a atuação de mais pessoas.