Diretora do Circulo Operário afirma que escola não vai sair do tradicional prédio no Centro
Nos últimos dias a comunidade escolar da tradicional Escola Circulo Operário de Passo Fundo tem procurado a emissora para relatar aflição com relação ao futuro da escola. Com um passivo de dividas na ordem de R$ 2 milhões com a União, a escola teve parte de seu patrimônio leiloado no ano passado.
Fundado há 80 anos, o Colégio acumulou dividas com o INSS e com a Fazenda Nacional. O governo executou judicialmente a instituição, que em maio de 2018 teve parte da sua área, na rua Marcelino Ramos, leiloada. No dia 15 de fevereiro, às vésperas de iniciar o ano letivo, o Colégio foi intimado a desocupar o local.
Na tarde desta segunda-feira (4) a Uirapuru acompanhou exclusivamente uma reunião entre a direção e os pais, onde estes foram informados sobre os rumos do caso.
Conforme a diretora Claudia Santos, a escola continua no mesmo local tradicional, ao lado da popular Praça Tamandaré. Sem dar maiores detalhes, a diretora afirmou que a situação está tomando um caminho e os pais devem ficar tranquilos, pois não só a escola segue no mesmo local, como há um plano de expansão na estrutura.
A diretora lembrou que a escola faz parte da história de Passo Fundo e atende hoje a cerca de 250 alunos, que seguirão suas atividades normalmente na quarta-feira (6).