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Saúde

Dia Mundial do Vitiligo: doença na pele ainda é rodeada de estigmas

Públicado em Por RD Uirapuru / Sabrine Paludo

No dia 25 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Vitiligo. A doença autoimune causa a diminuição ou a perda da melanina, que é o pigmento que dá cor à nossa pele. Normalmente, os sinais da doença aparecem em locais visíveis, como no rosto e nas mãos, o que acaba afetando o paciente psicologicamente.

Em entrevista à Rádio Uirapuru, o dermatologista do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, Rodrigo Mendonça, esclareceu que o vitiligo ainda é uma doença rodeada de estigmas. O doutor salienta que é essencial que os pacientes saibam que não estão sozinhos e que existe tratamento para a doença.

É possível conseguir um controle na evolução da condição ou até repigmentação, em alguns casos, com a coloração da pele voltando ao normal. Rodrigo salientou que o vitiligo pode estar associado a outras doenças emocionais, como a própria depressão. Por isso, é essencial que os pacientes procurem ajuda e tratamento.

O vitiligo possui um caráter genético que pode estar associado a outras doenças de pele. O dermatologista ainda destacou que a doença costuma dar seus primeiros sinais na adolescência ou no início da vida adulta. Rodrigo finalizou lembrando que o tratamento deve ser feito com o uso de corticóides tópicos e derivados da vitamina D. Além disso, os pacientes precisam fazer uso de protetor solar.