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Geral

Dia Mundial da Ufologia: evento com destaque internacional sobre abdução foi registrado na região

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Hoje, 24 de junho, é o Dia Mundial da Ufologia. A Ufologia estuda aparições de objetos voadores não identificados e manifestações, supostamente, de vidas de outros planetas.

Falando sobre a data na Uirapuru, o historiador e diretor do Museu de Ufologia, História e Ciência, professor Hernan Mostajo, explicou que o dia foi criado porque, há mais de 70 anos, um piloto comercial de um pequeno avião sobrevoava a divisa do Canadá com os Estados Unidos, quando avistou cerca de nove objetos com formato de disco em alta velocidade e com inteligência própria. A partir deste fato nasceu o termo “Disco Voador”.

De acordo com o professor, Ufologia não é uma ciência, mas sim um conjunto de estudos que chegam em vários campos e tentam dar interpretações a fenômenos que não tem respostas. Após este primeiro caso, Mostajo declara que milhares de outros relatos foram registrados.

Em 25 de setembro de 1954, por exemplo, Passo Fundo entrou no cenário mundial da Ufologia após um jornal local estampar em sua capa que um disco voador sobrevoou o município. O professor declara que o caso chama atenção, porque em 1954 não haviam satélites orbitando a Terra e o avistamento de um objeto muito brilhante e com luz prateada seria praticamente impossível.

Porém, o caso que mais ganhou destaque nos arquivos históricos do Museu de Ufologia, foi registrado em Sarandi, que fica a cerca de 87 km de Passo Fundo. Conforme Mostajo, no ano de 1958 um cidadão daquele município, chamado Arthur Belet, teria sido sequestrado e abduzido por um disco voador, passando 11 dias desaparecido.

O professor explica que, aprofundando-se nos fatos e conhecendo a família do homem, foi informado que Arthur estava fotografando um evento e, quando retornava à Sarandi, viu uma luminosidade muito grande na divisa com Encruzilhada Natalina. Após isso, o objeto luminoso desceu e o homem viu dois vultos que o levaram para um planeta desconhecido chamado “Acart”.

Mostajo lembra que em 1958 a tecnologia não era avançada, a televisão era de tubo e foi o ano em que nasceu a Nasa. Novas tecnologias não eram nem imaginadas e o homem de Sarandi, após retornar da suposta abdução, escreveu 442 páginas a lápis, onde relatou informações extraordinárias de fatos que vivenciou e usou no Planeta Acart.

Um dos exemplos que consta no acervo, que está disponível no Museu de Ufologia, é que naquele planeta já existiam drones em 1958. Também haviam casas funcionando com energia solar e pessoas comunicando-se entre elas através de telefones com imagens e videoconferências. O professor declara que a história é impressionante não pelo mérito de ser verdade ou não, mas pela cronologia que um simples cidadão de Sarandi apresentou, com fundamentação científica extraordinária para aquela época.

Hernan Mostajo afirmou que até hoje uma grande interrogação paira a Ufologia mundial: como um homem de quarta série primária, fotógrafo e tratorista da Prefeitura Municipal de Sarandi, teria condições de criar uma cronologia científica tão bem ilustrativa, a ponto de dar detalhes que até hoje surpreendem? Segundo o professor, essa é uma pergunta que talvez nunca será respondida.