Dia do Patrimônio Histórico: Em Passo Fundo prédios que contam a história da cidade são recuperados
O Dia do Patrimônio Histórico é comemorado na mesma data em que nasceu o historiador e jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade. Por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde o historiador trabalhou até o fim da vida. No esforço de preservação dos bens culturais do país, o IPHAN já tombou 16 mil edifícios, 50 centros urbanos e 5 mil sítios arqueológicos brasileiros.
Em Passo Fundo, segundo a Secretária de Planejamento Ana Paula Wickert, muitas ações estão sendo realizadas. Através de projetos da Prefeitura Municipal em parceria com a UPF, há mais de dez anos, prédios estão sendo reformados e mais que isso, as pessoas estão tendo consciência de preservação.
Nestes projetos, duas diretrizes são tratadas como principais.
Nestes projetos, duas diretrizes são tratadas como principais.
O reconhecimento do patrimônio histórico é feito através de levantamento pela prefeitura municipal. Já a parte de legislação de preservação e normativas que visam a preservação do patrimônio histórico, deixa claro que os proprietários também são responsáveis pela manutenção dos prédios históricos.
Ana Paula explica que existem muitos prédios históricos em Passo Fundo que não foram tombados e que podem ser demolidos, dependendo da vontade dos donos dos imóveis. Citou como exemplo a Casa Schell e a Padaria Avenida, que foram duas demolições que repercutiram na cidade. Em contraponto lembrou que o local aonde hoje aloja o restaurante Casarão, o Hotel Glória e o antigo Hotel Nacional são exemplos de bens não tombados que foram recuperados pelos proprietários. Os proprietários de bens tombados que estão conservados podem solicitar a isenção de Imposto de Renda junto à prefeitura municipal.