Dia do Órfão: Passo Fundo conta com grupo pioneiro no incentivo à adoção
Hoje, 24 de dezembro, é o Dia do Órfão. No Brasil de acordo com a UNICEF, 3,7 milhões de crianças esperam a adoção. Em Passo Fundo, conforme o Juizado Regional da Vara da Juventude, existem, atualmente, quatro casas que abrigam crianças para adoção e por mês cerca de 15 pedidos são recebidos.
Para adotar uma criança é preciso cadastrar-se no programa nacional de adoção. Para isso um cadastro é feito no juizado, os interessados encaminham a documentação ao juiz e após é realizada uma avaliação. Nesta ficha, os pais também poderão escolher o perfil da criança que desejam adotar. A maior procura é por bebês do sexo feminino.
O que acaba por prolongar a espera. Para a publicitária, de 22 anos, Fernanda Cacenote, que foi adotada, com 20 dias junto com sua irmã gêmea, a adoção é um ato de amor e pode mudar a vida de uma criança e de uma família.
A prova disto é que ela, em seu trabalho de conclusão de curso escolheu trabalhar com o Grupo de Apoio à Adoção de Passo Fundo: Adotchê, pioneiro no setor e já decidiu que quando o desejo de ser mãe aparecer, irá seguir o belo exemplo de seus pais e adotar uma criança.
O Grupo Adotchê, que surgiu na cidade há cerca de dois anos, é referência no Estado e presta esclarecimento, troca de experiências e incentivo a adoção. Em seus encontros mensais trabalha com casais e pessoas nos processos de pré-adoção e também pós-adoção. Quem quiser conhecer o grupo pode acessar sua página no Facebook.