Dia do Bibliotecário: setor da literatura em Passo Fundo busca se adequar às restrições.
O Dia do Bibliotecário foi instituído em 1980, junto com a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca. Foi escolhido o dia 12 de março em homenagem ao nascimento, em 1882, de Manuel Bastos Tigre, o mais conhecido bibliotecário brasileiro. Hoje em dia, os profissionais são responsáveis não somente por preservar a informação, como também por fornecê-la. Em Passo Fundo, um dos locais mais conhecidos por incentivar a literatura está fechado. Em decorrência das restrições da bandeira preta, a Biblioteca Municipal no momento não pode receber nenhum evento ou receber alunos para aproveitar a estrutura do local.
Apesar disso, a Biblioteca está oferecendo assessoria e atividades online para escolas da cidade. Para a coordenadora da Feira do Livro de Passo Fundo, Silvana Rovani, o livro pode ser considerado um remédio para muitas situações. Isso porque a literatura pode acalmar, divertir, auxiliar e neste momento isso se torna necessário, segundo Silvana. Daí entra do profissional bibliotecário em analisar, sintetizar e controlar a saída e entrada de livros. Além disso, também realiza o atendimento aos usuários, esclarecendo dúvidas e inserindo dados no sistema.
Considerada a Capital da Literatura, Silvana diz que o mercado da literatura é muito mais movimentado do que outros municípios, inclusive comparando a cidades de Santa Catarina. Destaca que apesar dos livros digitais estarem crescendo, nada bate o livro físico.
Pela possibilidade de riscar, acrescentar um marca página e até mesmo cheirar os livros. Sobre a Biblioteca Municipal, afirma que neste momento trabalha com a possibilidade da realização de atividades online.