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Dia do Advogado Criminalista: área jurídica exime preparo e estudo dos profissionais

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli
Dia do Advogado Criminalista: área jurídica exime preparo e estudo dos profissionais

Nesta quinta-feira, 02 de dezembro, é um dia festivo para todos os advogados que atuam na área criminal, pois se comemora o Dia do Advogado Criminalista. Conforme o advogado criminalista, Dr. Roque Letti, a profissão as vezes é muito penosa, pois o advogado lida diretamente com o crime e o Tribunal do Júri. O especialista cita o caso da Boate Kiss, onde a “nata” dos criminalistas estão atuando no julgamento, demonstrando a importância do profissional.

Roque Letti destaca que estudar os processos criminais judia, pois são muitas tragédias, coisas ruins e uma carga que acaba afetando a vida pessoal do profissional também. Desse modo o advogado destaca que é necessário muito preparo e estudo para atuar na área criminal.

O advogado lembra que muitas vezes o profissional é mal interpretado e questionado por qual motivo está defendendo um bandido. No entanto, Roque Letti destaca que todo mundo tem direito a defesa e a justiça. O criminalista afirma que não existe injustiça dentro do Tribunal do Júri. O réu sendo absolvido ou condenado, a decisão foi tomada de forma justa, ofertando a ampla defesa a todos os envolvidos.

Conforme o advogado criminalista Dr. Flávio Algarve, a data é importante para os profissionais realizarem uma reflexão e tirar conclusões sobre o que pode ser feito para melhorar a atividade de criminalista que é muito desgastante e exige muito do advogado. Uma das principais dificuldade da profissão, conforme Algarve, é o tempo que os processos necessitam de atenção. Em determinados processos, os advogados chegam a ficar 16 horas por dia debruçados nos autos.

De acordo com Algarve, ainda existe muito preconceito em relação a profissão por conta da defesa de criminosos. Algumas pessoas chegam a taxar o advogado como criminoso também, mas, conforme Flávio Algarve, o advogado não defende o crime, e sim os direitos garantidos aos clientes.