Deputado Wesp avalia que projeto para reestruturar secretarias e cargos trará profunda alteração estratégica
O projeto de reestruturação de Secretarias e Cargos de Gestão, apresentado pelo governador eleito, Eduardo Leite, na última segunda-feira (12), resultará em uma profunda alteração estratégica na gestão dos órgãos do Estado, para que possa entregar mais e melhores resultados à população. Essa é a avaliação do líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Mateus Wsp. Conforme o Deputado, as mudanças propostas vão trazer uma isonomia entre as Secretarias, o que hoje não existe, pois cada Secretaria tem sua própria estrutura, o que torna muito difícil o trabalho dos gestores públicos.
Para Wesp, é nesse contexto que se propõe também uma melhoria nos vencimentos dos cargos estratégicos, para que se possa atrair profissionais de alto gabarito para ocupá-los. Conforme Wesp, isso será feito por meio de uma adequação na estrutura administrativa das Secretarias, como, por exemplo, a uniformização dos cargos estratégicos de Secretários Adjuntos e Executivos, Diretores Gerais e de Departamento, para que todas as secretarias tenham o mesmo perfil de gestão e os mesmos vencimentos.
Entre as mudanças apresentadas pelo governador eleito Eduardo Leite está a extinção da Secretaria Extraordinária de Relações Federativas e Internacionais, extinção de um Cargo de Secretário Extraordinário, criação de uma nova secretaria (Parcerias e Concessões), alteração na nomenclatura da secretaria de Trabalho, Emprego e Renda que passará a ser denominada Trabalho e Desenvolvimento Profissional. Além também da divisão e reorganização das secretarias de Obras e Habitação, Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo, Igualdade, Cidadania, Direitos Humanos e Assistência Social e Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.
Já as mudanças que tratam sobre Cargos em Comissão (CC) e Funções Gratificadas (FG) preveem modificações na remuneração de diretorias, chefias e assessorias de secretarias. Wesp explicou também que a proposta apresentada apontou que no modelo atual de trabalho existem posições e atribuições equivalentes entre órgãos, mas remunerações diferentes, além das dificuldades de compor estruturas, formar lideranças e gerir equipes. Também está prevista a exigência de formação superior ou notório conhecimento em cargos de nível estratégico.