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Geral

Custo da lista de materiais escolares básica tem variação de até 20% nos preços nas papelarias de Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Suélen Kommers

Com a aproximação do início do ano letivo de 2026, começa a aumentar a procura pela compra do material escolar nas papelarias de Passo Fundo. Nessa hora a preocupação é garantir todos os itens da lista e, ao mesmo tempo, economizar. Por isso, o importante é fazer uma pesquisa de preços e comprar onde os itens estão mais em conta.

A Rádio Uirapuru fez essa pesquisa em algumas papelarias de Passo Fundo. A base foi uma lista de materiais padrão, comumente solicitada para alunos do Ensino Fundamental I, que contém itens de uso individual, como caderno brochura, canetas, lápis de escrever; e itens de uso coletivo, tais como cartolina e jogos pedagógicos.

A pesquisa feita pela Uirapuru contém 23 itens. O de menor valor é o apontador, que pode ser encontrado por 30 centavos, seguido da borracha branca, que custa 40 centavos. Mochilas, que estão entre os produtos mais caros, podem ser encontradas a partir de R$ 19,90. Compondo a lista dos itens de maior preço estão também as caixas organizadoras e os estojos.

O valor final, para a compra de todos os 23 itens, sendo uma unidade de cada, ficou em R$ 248,60 o mais caro, e R$ 199,36 o mais barato. De acordo com os lojistas, os preços praticados para os produtos da lista de material escolar estão semelhantes aos do ano passado. Entre uma loja e outra, os itens pesquisados têm variação de 6% a 20% nos valores.

Apesar da oferta diversificada, a orientação é que a compra do material escolar seja feita de forma consciente. O coordenador do Balcão do Consumidor da UPF, Rogério Silva, destaca que a pesquisa de preços deve incluir tanto lojas físicas quanto plataformas online, permitindo a comparação não apenas de valores, mas também de marcas e qualidade dos produtos. Ele também ressalta a importância de reaproveitar materiais do ano anterior que ainda estejam em boas condições, como lápis, canetas e outros itens de uso contínuo.

Outro ponto observado pelo coordenador é a necessidade de verificar se a quantidade de materiais solicitada pelas escolas é realmente necessária ao longo do ano letivo. Segundo ele, os pais também podem considerar a aquisição de livros usados, desde que estejam conservados e sejam aceitos pela instituição de ensino, o que pode representar uma economia significativa no orçamento familiar.