Curso de Ciências Econômicas da UPF forma profissional apto a identificar demandas das empresas
Muito está sendo falado sobre economia e as pessoas estão se dando cada vez mais conta de que é preciso entender, pelo menos o básico, pra tomar ações no futuro. Atentas também a isso estão as empresas, que abrem demanda para este profissional. A Uirapuru conversou na tarde de ontem (2) com a economista e professora do curso de Ciências Econômicas da UPF, Cleide Moretto, que explicou sobre o momento para a profissão. Conforme Cleide, o economista sempre teve papel relevante para o desenvolvimento, seja empresarial, governamental e até das famílias. O curso da UPF tem mais de 60 anos e surgiu em um período que se pensava em consolidar a estrutura produtiva do país.
Por isso houve uma tendência a nível de país de se concentrar a busca dos profissionais em áreas mais dinâmicas, deixando um espaço, uma lacuna nas demais regiões. O economista vai analisar todas as dinâmicas econômicas e também sociais, envolvendo a economia local e global para tomar decisões. Com a chegada da pandemia vários aspectos da nossa vida estão sendo revistos e a economia se tornou fundamental, junto com a saúde.
O economista vai muito além de uma secretaria de fazenda, mas pode atuar em qualquer área da saúde, esporte e cultura. As prefeituras podem ter uma grande vantagem ao contratar um economista, além das grandes empresas como cooperativas e outras, ligadas ao agro. O economista pode prestar consultoria, ser perito e identificar até mesmo um mercado pra uma empresa.
O curso de Ciências Econômicas da UPF possui 8 semestres no período noturno. O curso tem 3 noites presenciais e duas em ensino remoto. As disciplinas são ministradas por corpo docente local e outros profissionais de todo o país, enriquecendo o curso. Todo o currículo está alinhado com áreas atuais.