Crise na saúde é grave também em Passo Fundo
O administrador do Hospital da Cidade (HC), Lucinei Bohrer, citou que Passo Fundo está sendo privilegiado em meio ao cenário caótico no atendimento à saúde em todo estado. Ressaltando que Passo Fundo não tem restrição de atendimento nos dois grandes hospitais da cidade, que estão trabalhando para manter o serviço com suas próprias forças.
Esse fôlego, no entanto, já está se esgotando de acordo com Boher. Ele destacou que o governo estadual reconhece a dívida, mas não estipula um prazo para pagamento. A crise é tão grave que existem hospitais que não pagaram a folha salarial de maio e junho.
No Hospital da Cidade para conseguir arcar com os compromissos, foi adiado o projeto de construção de um novo prédio, entre outras ações. Segundo ele, fazendo uma alusão a medicina, o HC está nos aparelhos, mas respirando. A demissão de funcionários e restrição nos atendimentos são alternativas drásticas que a direção da instituição está tentando evitar.