Corregedor apresenta denúncia contra deputado Basegio à Comissão de Ética
Primeiros apontamentos do deputado Marlon Santos(PDT) foram feitos. Oferecida, pelo corregedor, representação a Comissão de Ética por omissão devido ao fato do deputado Diogenes Basegio, não ter comunicado ao Legislativo as fraudes de Neuromar Gatto, tendo apenas demitido o funcionário. Também de improbidade referente a funcionaria fantasma.
Sobre imagens do deputado Basegio, contando dinheiro, o corregedor não falou nada e, ainda, sobre a alteração de quilometragem de veículos, explicou que como demanda perícia técnica, não poderia se manifestar. Além disso, revelou encaminhamento de Notícia Crime, hoje, a Polícia Civil e ao Ministério Público, a respeito de Neuromar Gatto e do motorista, Álvaro Luis Ambros.
A sub-comissão, que irá avaliar as representações e denúncias contra o deputado Diógenes Basegio, foi escolhida pelo presidente da Comissão de Ética, deputado estadual Juliano Roso (PCdoB), ficou assim composta: Jeferson Fernandes do PT, Sérgio Turra do PP, e Enio Bassi do PDT. Serão destinadas a análise 10 sessões, informou o presidente da Comisão, deputado Juliano Roso.
Começou, às 18h15min, apresentação do relatório do deputado estadual Marlon Santos (PDT), à Comissão de Ética, sobre as acusações ao deputado passo-fundense, Diogenes Basegio (PDT), feitas pelo seu ex-assessor, Neuromar Gatto.
O repórter da Rádio Uirapuru, Lucas Cidade, acompanhou a sessão da capital gaúcha e trouxe todas as informações para os ouvintes.
Entenda o caso:
Em três semanas de trabalho, o corregedor fez diligências, analisou documentos e ouviu os principais envolvidos no caso, entre eles o ex-chefe de gabinete de Basegio, Neuromar Gatto, e o próprio deputado. Funcionários do gabinete e colegas de partido suspeitos de participação em um esquema de troca de favores em nomeações também foram convidados a depor.
As denúncias contra Basegio, que foram apresentadas pelo programa Fantástico, também incluem extorsão de servidores, contratação de funcionário fantasma e adulteração de quilometragem em veículos que têm gastos pagos pela Assembleia. Além do trabalho da corregedoria do legislativo, as investigações criminal e administrativa são feitas pelo Ministério Público e Tribunal de Contas, respectivamente.