Coração desarmado e espírito aberto ao perdão são sugestões para um Natal mais feliz
Nesta época, em que se aproxima a chegada do Natal, palavras como paz, harmonia e solidariedade aparecem com frequência, mas a realidade, muitas vezes é outra.
O programa “Emoção e Afeto, Comportamento”, falou sobre o turbilhão de emoções que acomete as pessoas no final de ano. É a correria para comprar presentes, a organização da ceia, eventos que enchem as agendas, tudo contribuindo para que o momento de reflexão se transforme em dias de stress e tensão.
Ficando de lado, na grande maioria dos casos, o verdadeiro significado das festividades, lembrar o nascimento do menino Jesus e estar próximo de seus familiares.
De acordo com o psiquiatra Érico Hecktheuer, as pessoas acabam se preocupando demais com o fator comercial das festas, gastando muito e em muitos casos se endividando para o ano todo.
O que segundo frisa, não é o objetivo da data, sendo às vezes muito melhor gastar menos, fazer uma festa menor, trocar apenas lembranças simbólicas, mas realmente curtir a noite de Natal, abraçar seus filhos e prestigiar a presença de pessoas queridas.
Ressaltando que quem não gosta de grandes comemorações deve evitar este tipo de encontro, para que o momento de união não se transforme em uma bomba relógio. Revelando ser esse o período do ano onde mais acontecem brigas entre familiares, muitas com trágicas consequências.
Os ouvintes também se manifestaram, em sua grande maioria, falando que se perdeu o espírito das festas natalinas. Que as famílias se reúnem apenas no final do ano e que esses encontros deviam ocorrer sempre.
Com o que concordou o Dr. Érico, registrando que a compra do presente é apenas um dos aspectos do Natal e nem de longe o mais importante. Por isso, aconselhou que as pessoas enfrentem o Natal com o coração desarmado, aberto ao perdão.