Copa do Mundo deve atrair interesse de mais praticantes para o futebol feminino, diz professor
Dentro de uma semana inicia a Copa do Mundo de Futebol Feminino. A competição ocorre entre 20 de julho e 20 de agosto na Nova Zelândia, tendo organização da FIFA e participação de seleções de todo o mundo, incluindo a Brasileira.
A torcida para Marta e companhia deve chamar a atenção para a prática da modalidade, que vem ganhando adeptas, mas ainda pode crescer ainda mais. É o que garante Carlos Alberto Oliveira, o Beto do Vila Nova, já que a agremiação conta com times femininos competindo em diversas categorias.
Beto conta que o Vila Nova tem turmas mistas, de meninos e meninas até os 13 anos, a partir de então, os naipes são divididos. As meninas participantes treinam regulamente dentro do clube, divididas em núcleos que o Vila Nova possui na cidade, sendo 15 locais de atendimento gratuito, onde 50 meninas treinam, em um universo de quase 800 crianças. Já nos oito núcleos de escolinha, são cerca de 25 meninas treinando regularmente. E nas equipes de competição, entre as categorias Sub-13 e adulta, são mais 50 meninas incluídas.
O professor explica que as jogadoras treinam futsal, futebol 7 e futebol 11, participando de diversos torneios, sendo a maioria de um ou dois dias, então a agenda é de treinos durante a semana e jogos em competições nos fins de semana. Quando encerram os ciclos de escolinha, Beto salienta que as meninas são captadas para encaminhamento aos times femininos de clubes como Juventude, Grêmio e Internacional, agremiações que jogam as principais competições estaduais.
Quanto ao número de praticantes, Beto acredita que há margem para aumento, especialmente com o estímulo da Copa do Mundo feminina, o que já foi registrado após a Copa do Mundo masculina, ano passado.