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Educação

Condições de estrutura, falta de luz e água impedem que policial militar resida na escola Lucile

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Na última semana, a Escola Lucile Fragoso de Albuquerque foi novamente alvo de vandalismo. A direção da escola teme que os novos equipamentos adquiridos possam ser roubados. A escola pede que um guarda fique no local. Inclusive, haveria um policial militar disposto a cuidar e se alocar na casa que tem junto a escola. Porém a escola não teve autorização 7ª CRE.

Para esclarecer todos os questionamentos voltados ao assunto, participam da programação da Uirapuru o vereador Gio Krug e a Coordenadora Regional de Educação, Carine Imperator Weber.

Conforme o vereador, Gio Krug, desde agosto do ano passado o pedido é feito para a 7ª CRE, porém não a autorização não é concedida. O vereador disse que a Brigada Militar já fez vistoria no local e confirmou que o policial poderia se alocar na escola.

A direção da escola, a Brigada Militar e, inclusive da empresa que ganhou a licitação para a reforma, pedem um guarda para vigiar o local. Krug disse que sem a autorização quem perde é a comunidade escolar. Ele lamenta que a escola fique a mercê do vandalismo.

Ouça a entrevista com o vereador, Gio Krug:

 

Esclarecendo a polêmica e os motivos da não autorização, a coordenadora Regional de Educação, Carine Imperator Weber, disse que a 7ª CRE tem conhecimento da manifestação de desejo do policial militar habitar na escola como “PM Residente”, porém na escola Lucile não é possível, pois se trata de um prédio interditado.

A coordenadoria regional de obras interditou em 2019 a escola para qualquer uso. Devido as condições habitacionais do espaço, da falta de água e luz não é possível ninguém habitar no local.

Uma das justificativas, por parte do vereador, era que a casa onde habitaria o policial militar não faria parte da escola, porém a coordenadora disse que a casa é um espaço que pertence a escola.

Em relação ao vigia solicitado pela empresa que faz a reforma, Carine disse que na licitação não foi incluso o pedido de um vigia, porém a Secretária de Educação fará a contratação do profissional para vigiar o local no decorrer da obra.

Ouça a entrevista com a coordenadora Regional de Educação, Carine Imperator Weber: