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Agronegócios

Com objetivo de retirar a obrigatoriedade para os próximos anos, vacinação contra aftosa deve ser antecipada no RS

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli
Certificado de zona livre de aftosa sem vacinação ao RS deve incrementar R$ 1 bilhão nas exportações
Certificado de zona livre de aftosa sem vacinação ao RS deve incrementar R$ 1 bilhão nas exportações

O governo do Estado anunciou nos últimos dias a antecipação da vacinação da Febre Aftosa que começaria em maio para a primeira quinzena do mês de março. Falando na Uirapuru, a chefe da Inspetoria de Defesa Agropecuária de Passo Fundo, Ana Paula Burin, explicou que o Estado pretende retirar a obrigatoriedade da vacinação nos próximos meses, por isso o governo anunciou a antecipação da dose do primeiro semestre.

Se a vacina não for antecipada, não será possível solicitar a retirada junto ao Ministério da Agricultura. Ana Paula informou que os critérios da campanha ainda não foram definidos, porém é provável que seja semelhante à de anos anteriores. A chefe da Inspetoria garantiu que assim que os critérios forem definidos o Governo do Estado vai repassar todas as informações aos produtores. Ressaltou que a vacinação é importante, pois a Febre Aftosa é uma doença altamente contagiosa e, se atingir um animal do rebanho, automaticamente todos os outros estão condenados, causando uma perda econômica muito grande.

O Rio Grande do Sul, atualmente é livre da doença com a vacinação, porém o objetivo é acompanhar outros estados como Santa Catarina e Paraná e ser livre sem a vacina, já que há muitos anos não é constatado um caso no Estado. Ana Paula explicou que a Secretaria de Agricultura monitora, através de sistema eletrônico a vacinação. Todas as propriedades são obrigadas a comprovar a imunização no rebanho, caso isso não aconteça a propriedade é interditada.