Com homenagens, família e amigos se despedem do Juca da Transpasso
Nesta quinta-feira (09), no final da tarde, família e amigos prestaram as últimas homenagens ao tradicionalista e empresário José de Almeida, o Juca da Transpasso.
Juca faleceu na noite de quarta-feira (08) após sofrer um infarto. Ele estava envolvido com os preparativos da condução da Chama Crioula, que iniciaria nesse sábado.
Por 13 anos, conduziu a centelha até Passo Fundo, junto aos companheiros do Grupo Cavaleiros do Planalto Médio. Por anos foi o repórter a cavalo da Rádio Uirapuru, relatando diariamente os desafios da cavalgada carregando o símbolo maior do tradicionalismo gaúcho.
Falando na Uirapuru, o tradicionalista Orlei Vargas Carames, que participou de muitas cavalarias ao lado de Juca e de muitos acampamentos em rodeios, destacou a figura de Juca. Ressaltou que o movimento tradicionalista do Estado, a sociedade como um todo, perdeu um grande nome. Emocionado, disse que se foi o tropeiro, se foi o campeador, se foi o homem que encilhava cedo, que entedia de cavalo, de arreio, de rédea, de laço, se foi o gaúcho. Juca partiu com o compromisso feito porque sempre lutou pelas tradições do Rio Grande.
Orlei salientou que Juca prestou muitos serviços à sociedade, foi motorista de ônibus, diretor de empresa, do Rotarys de Passo Fundo, da loja maçônica, e hoje já está cavalgando em algum rodeio lá no céu.
Juca foi velado na Loja Maçônica Concórdia do Sul e sepultado no Cemitério da Petrópolis.