Uma pessoa que aprende a conviver consigo mesma e é feliz entendeu o sentido da vida
Você costuma se relacionar com você mesmo?
A maioria de nós sente dificuldade de estar só. Primeiro porque aprendemos ao longo de nossas vidas que o ser humano é uma espécie sociável, que deve conviver em grupo. E temos também a crença (errada) de que estar só significa estar solitário.
A solidão é um sentimento que está dentro de nós e não depende de quem está à nossa volta.
VOCÊ JÁ TEVE A EXPERIÊNCIA DE ESTAR ACOMPANHADO DE MUITA GENTE E SE SENTIR A PESSOA MAIS SOZINHA DO MUNDO?
Conviver com você é conviver com tudo que você é, de bom e de ruim. Mas nós arrumamos diversos subterfúgios para fugir de nós mesmos porque temos medo do que somos, ou não aceitamos o que somos ou não sabemos quem somos.
Conviver com você é ir descobrindo quem você é. É um relacionamento que pode ser muito positivo ou negativo.
Você sabe de verdade do que você gosta, as coisas que te dão alegria, o que te incomoda, os defeitos que você gostaria de modificar, as virtudes que você possui?
Para responder a essas perguntas simples, você precisa se conhecer muito bem e para se conhecer muito bem é necessária a convivência diária consigo.
Quantas pessoas conseguem passar o domingo sozinhas, em casa, felizes, se dedicando às atividades que gostam?
Quem se permite o prazer de preparar uma refeição especial para si mesma?
São poucas as pessoas que conseguem estar sozinhas e são poucas as que conseguem viver prestando atenção aos seus atos e comportamentos para modificar o que não é correto ou positivo.
Apresente-se a você mesmo sem medo e descubra tudo que você é.
Aceite suas dificuldades, pois esse é o primeiro passo para a modificação.
Assuma seus erros, sua imperfeição.
Dê-se o direito de agir em conformidade com seus sentimentos e desejos. Mas faça isso de forma positiva, sem prejudicar outras pessoas.