Só dois vereadores de Passo Fundo tiveram contas aprovadas pela Justiça Eleitoral
Apenas dois vereadores eleitos para a atual legislatura da Câmara de Passo Fundo tiveram as contas da eleição do ano passado, aprovadas pela Justiça eleitoral, em decisão de 1ª Instância. São eles o vereador Luizinho Valendorf, (PSDB), e Regina Costa dos Santos (PDT).
Na outra ponta, seis vereadores tiveram suas contas desaprovadas pela Justiça: São eles, Rodinei Candeia (`PSL), Ada Cristina Munareto (PL), Gleison Consalter (PDT), Indiomar Vieira dos Santos (SDD), Leandro Rosso (Republicanos) e Nharam Carvalho (DEM).
E no intermediário, 12 vereadores tiveram as contas aprovadas, porém, com ressalvas: Alberi Grando (MDB), Ernesto dos Santos (PDT), Eva Lorenzato (PT), Evandro Meirelles (PTB), Gio Grug (PSD), Janaína Portela (MDB), Michel Oliveira (PSB), Professor Gringo (Cidadania), Rafael Colussi (DEM), Renato Tiecher (PSC), Rufa Solda (PP) e Sargento Trindade (PDT).
O vereador Wilson Lill (PSB), foi o único que ainda não teve as contas julgadas, portanto não tem parecer da Justiça.
Tanto os que tiveram as contas desaprovadas, quanto os que tiveram ressalvas, tem prazo para apresentar as justificativas ou adequações aos pontos considerados irregulares pela Justiça.
Também o prefeito Pedro Almeida, PSB) teve as contas desaprovadas pela Justiça Eleitoral. Aspectos técnicos da prestação de contas devem ser esclarecidos dentro do prazo legal.
Os dados das contas dos eleitos e de todos os candidatos na eleição do ano passado podem ser acessados pelo portal do TSE em http://divulgacandcontas.tse.jus.br.
Contraponto
O vereador Nharam Carvalho (DEM) encaminhou a seguinte manifestação ao blog:
“Com finalidade de esclarecimento minha prestação de contas teve os seguintes apontamentos
eu ao invés de fazer um depósito de 1.064,09, fiz de 1.064,10 ou seja 1 centavo a mais, até pq informação do caixa do banco pois eu não lembrei na hora o valor exato, outro que eu recebi como doação de campanha o serviço do carro propaganda, porém oq houve é que ele ao comprar o carro como não tinha comprovante de renda tirou o carro no nome da enteada o que houve o questionamento, mas foi tudo justificado e comprovado”.
A assessoria jurídica do prefeito Pedro Almeida também se manifestou:
“Temos posição de regularidade nas contas. Vamos fazer recurso, temos convicção de que teremos sucesso. Já temos um precedente que confirma nossa tese”.