Se alguém te tratar mal, basta lembrar que há algo de errado com ela, não com você!
Se em algum momento alguém o trata mal, lembre-se de que a responsabilidade não é sua. São as pessoas que estão errando, que têm “algo de ruim” em seu interior. Não é você. Nem a culpa nem a responsabilidade são suas.
Mas aí é que está o x da questão: não gostar de alguém não nos dá o direito de sermos grosseiros.
Agressões gratuitas revelam uma imaturidade emocional muito grande. Imagina se todo mundo que não gosta de alguém começar a tratar o outro com grosseria? As relações seriam impossíveis.
Pior se a pessoa que não gosta de você faz questão de ficar lembrando isso a todo o minuto: dando indiretas, te provocando e depreciando, querendo mostrar o quão superior ela é.
Aliás, você já pensou por esse lado: as pessoas que ficam tentando te provar o quanto você é desimportante, na verdade, te consideram muito importante?
Alguém que passa o tempo todo te desdenhando está muito preocupado com o que você pensa. Se a pessoa não se importasse tanto com a sua opinião, não gastaria seu precioso tempo te provocando. Ela faz isso porque a sua opinião importa. E ela se sente insegura com essa opinião, diminuída.
Quando uma pessoa madura não gosta da gente ela não é agressiva, é indiferente. Indiferença não tem nada a ver com grosserias ou comentários depreciativos. Quem é indiferente é educado, não fica tentando te provar nada. Só não faz questão de conviver com quem não gosta.
Então, quer saber um santo remédio?
Não dê bola. Quando a pessoa jogar seus problemas sobre você, os rejeite gentilmente: Abstraia e finja demência.
Você pode, e deve, colocar limites quando o outro exagerar. Mas, não entre em atrito por qualquer besteira.
Não se desgaste com problemas emocionais que não são seus. 😉 E viva mais leve e feliz!
*Escritologia