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Quem te quer, não te evita

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
Argument, stress and couple in bedroom for conflict, breakup conversation and communication. Sad, a.

Os relacionamentos nunca morrem de morte natural. Eles são assassinados por mentira, engano, desrespeito, egoísmo, ciúmes, insegurança ou mau caráter.

Quem já teve um relacionamento assassinado sabe muito bem o que eu estou querendo dizer. São pequenas doses de veneno que bebemos e oferecemos ao outro diariamente que se somadas, se transformam em uma infecção generalizada.

O veneno engarrafado contém mentiras, desrespeito, egoísmo, ciúmes, insegurança, e boas doses de ego ferido.

Os relacionamentos nunca morrem de morte natural, eles são assassinados. Se você não quer ser condenado a prisão perpétua e ter que viver dentro de uma cela de um coração ferido, você precisará parar de tomar esse veneno e de o oferecer a quem você diz que ama.

Só você pode fazer isso.

Tente entregar ao outro o que existe de melhor em você.

Pergunte a ele(a) o que ele(a) gostaria de receber, que tipo de amor ele(a) gostaria de viver.

Não é sobre o amor que você sente, é sobre o que o outro deseja e se sente confortável em receber.

Não tente obrigar o outro a aceitar o seu jeito de amar. Alinhe as expectativas, refaça os acordos, assine novos contratos.

Não é sobre fazer ao outro o que gostaríamos que nos fizessem, porque muitas vezes, o jeito que gostamos de ser tratados não é o mesmo jeito que o outro gostaria de ser tratado.

É sobre fazer e oferecer ao outro o que ele(a) deseja receber, e não, aquilo que o nosso ego quer impor e obrigar que ele aceite.

Os relacionamentos não morrem de morte natural, eles são assassinados pela falta de atenção, de cuidado, de compatibilidade sexual, emocional, intelectual e espiritual.

Texto: @rhamuche

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