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Quando não puder controlar o que acontece, controle você!

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
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Muitas vezes, essa necessidade de cuidar, resolver, acompanhar ou controlar a vida do outro vem de um papel que você assumiu sem perceber: o de filho ou filha parentificados.

Talvez você tenha crescido em um lar onde o caos emocional dos adultos o levou a amadurecer prematuramente.

Você aprendeu que para ser visto, você tem que ser útil.
Que, para receber carinho, era preciso ter bom comportamento, cuidado, atenção e ficar calado sobre o que sentia.
Que se você não apoiasse o sistema familiar… tudo iria desmoronar.

E isso foi registrado.

Hoje, como adulto, você pode se sentir culpado se não estiver disponível para todos. Você pode se exaurir tentando resolver os problemas da sua mãe, do seu parceiro, dos seus filhos… até mesmo dos seus amigos.

Mas o preço é alto:
Você se esquece de si mesmo.
Você se perde.
E você se desgasta mantendo vínculos que, em vez de te nutrir, te drenam.

Cura é reconhecer essa verdade sem culpa.
É entender que você não é mais a garotinha que deveria cuidar de tudo.
É abrir mão do controle, da superproteção, da necessidade de ser indispensável.
É lembrar que amar não é carregar. Amar é acompanhar, sem se perder.

Um adulto que se preocupa excessivamente com outro…
Ele também precisa ser observado, segurado e deixado descansar.
Por @despertarodivino

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