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Não fomos feitos para viver com pressa

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
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Não fomos feitos para viver no modo automático.
Nossa alma pede presença.

Vivemos em um mundo que naturalizou o excesso.
O excesso de velocidade, de estímulos, de cobranças.
Mas o nosso corpo, que é sábio, dá sinais.
Ele adoece quando o ritmo externo não encontra coerência com o movimento interno.

Ansiedade, exaustão, irritabilidade… muitas vezes não são problemas em si, mas respostas. Sinais de um corpo que tenta nos lembrar de que não fomos feitos para funcionar como máquinas.

A vida não se revela nas metas, mas nas pausas.
Acontece quando voltamos a perceber o som do vento, o canto dos pássaros, o gesto simples de respirar com consciência.

Não se trata de romantizar a lentidão ou negar as exigências do mundo moderno, mas de reconhecer que uma existência saudável, emocional, energética e até fisiologicamente, depende de estados regulares de presença, contemplação e cuidado interno.

Desacelerar não é parar,
é lembrar quem somos por trás de tudo o que fazemos, é retornar ao essencial para, então, agir com mais coerência. Talvez você não precise de mais esforço, talvez só precise voltar para si

 

Por @espiritualidadequantica

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