Skip to content

Na Uirapuru, Prefeito Pedro Almeida reafirma que município cobra todo o possível no campo legal diante de problemas com a Corsan

Públicado em Por RD Uirapuru / Valdir Mello
Imagem não disponível

Ainda no dia 22 de fevereiro Passo Fundo enfrentou uma grande crise no abastecimento de água após o rompimento de uma adutora da Corsan em área de difícil acesso. Na ocasião foram mais de 20 bairros afetados pela interrupção no abastecimento. A falta de água perdurou por cerca de quatro dias, no entanto, após este episódio, vários bairros permaneceram com fornecimento intermitente de água.  A situação foi tão grave que caminhões-pipa precisaram ser acionados pela Corsan de forma emergencial.  A empresa, que agora é a detentora do serviço, antes estadual, informou uma série de medidas para normalizar a situação, com poços perfurados.  No entanto, quase 20 dias depois, a Uirapuru ainda recebe mensagens de bairros sem abastecimento.

Houve uma resposta imediata de entidades sociais locais e a Prefeitura de Passo Fundo iniciou um movimento buscando junto da Corsan uma solução./ Na mais recente atualização, uma multa de R$125 mil por dia sem água na cidade foi estipulada, além do Prefeito de Passo Fundo, Pedro Almeida ter ido nesta semana até a sede da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos (Agergs), em Porto Alegre, para cobrar uma fiscalização mais rigorosa sobre a Corsan.  A reunião com a Conselheira-Presidente Luciana Luso de Carvalho e com diretores e conselheiros da agência, trouxe como resultado a promessa da entidade em acompanhar mais de perto a situação.

Na manhã de ontem (12), o Prefeito Pedro Almeida falou ao vivo na Uirapuru sobre a situação. O Prefeito disse que, assim como a população, também está indignado com a falta de água.  Garantiu que mobilizou todo o possível, com equipe, no campo jurídico e administrativo, cobrando da Corsan que tenha água em todas as casas da cidade.  Disse que falou com a direção da Corsan todos os dias e classificou a situação como inaceitável.  Lembrou que a Corsan, quando estatal, nunca teve nada semelhante em Passo Fundo.  Questionado sobre se seria possível municipalizar o serviço, o Prefeito explicou que a empresa Corsan foi contratada para o serviço e ela precisa agora ser cobrada judicialmente, algo que está ocorrendo. Garantiu que todo o possível continuará sendo feito.

Notícias Relacionadas