Manutenção da bandeira preta não tem unanimidade entre os prefeitos
A manutenção da bandeira preta por mais duas semanas no Rio Grande do Sul, por conta do alto risco de contagio do coronavírus, determinada pelo governo do Estado, não teve unanimidade entre os prefeitos representantes das Associações de Municípios, que participaram da reunião com o governador Eduardo Leite, na sexta-feira.
No entanto, os prefeitos reconhecem que o momento é delicado e que medidas restritivas precisam ser impostos. Por esta razão, através da Famurs, sugeriram medidas para mitigar a crise econômica e sanitária no estado, em decorrência do fechamento de muitos segmentos produtivos. Entre os pedidos, a busca por garantir a compra direta da vacina, implementar uma linha de crédito para pequenas e médias empresas e a manutenção dos auxílios emergenciais.
O presidente da Famurs, Maneco Hassen, declarou que este é o momento de o Estado cobrar do governo federal uma quantia suficiente de doses para imunizar a população gaúcha. Além disso, Maneco pediu apoio do governador Eduardo Leite para garantir que estados e municípios tenham a possibilidade de fazer a aquisição direta dos imunizantes sem o intermédio do governo federal.
Vamos ouvir o que diz o presidente da Famurs.