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Liberte-se da prisão de ter que cumprir as expectativas dos outros

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida

Nascemos livres, mas aos poucos vamos sendo acorrentados, enjaulados, encaixados em expectativas daquilo que esperam de nós (Carolina Cavaleanti).

Quando paramos para pensar, vemos o quanto nosso comportamento é moldado de acordo com outras expectativas. Existem tantos papéis dentro dos quais tentamos nos encaixar para que não nos sintamos esquisitos, defeituosos, ruins, ridículos ou decepcionantes, que muitas vezes ocupamos um papel que não é nosso. Como seria se você não se importasse com a opinião de outras pessoas? O que você faria de diferente? (Desc).

Precisamos nos libertar das garras do cativeiro para sermos nós mesmo. E como identificar o cativeiro? O cativeiro é a sensação de opressão e de impossibilidade de manifestação autêntica do seu SER. Basta um mínimo de escuta interna para perceber que algo não vai bem em relação àquela determinada situação, relação, emprego, etc.

É entristecedor perceber que existe uma grande porcentagem de coisas que DEIXAMOS DE FAZER por medo de sermos decepcionantes ou de sermos vistos como ridículos. Identificar o cativeiro direciona grande parte da sua energia no sentido de libertação, e do encontro de novos lugares transformadores e condizentes com o nível de permissão de potência que você tem direto. Escolher permanecer no cativeiro é uma escolha que garante uma vida MENOS profunda, menos ousada, menos selvagem.

Então, BOTE SUAS ASINHAS DE FORA. EU QUERO VER TUDO O QUE VEM DAS SUAS ENTRANHAS. Eu não tenho interesse em julgar resultados, não quero saber de senso estético, crítico, eu pouco ligo pra isso! Eu quero ver sua atitude semeadora fazer brotar, fazer desabrochar a sua flor mais cheirosa. Vamos acabar com essa história de se sentir ridícula? Vamos quebrar nossas correntes? Escreve aqui embaixo uma palavra que representa um cativeiro individual ou coletivo E um “🔨” do lado para a gente quebrar logo tudo hoje! (@sagradaintuicao).

Eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo (Luiz Fernando Veríssimo).

Seja você mesmo. MESMO QUE ISSO CHOQUE ALGUMAS PESSOAS PELO CAMINHO. Com amor, @ranavitoria

*Xamanicos

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