Skip to content

Garota de programa revela na Uirapuru que preconceito ainda é o maior problema na profissão

Públicado em Por RD Uirapuru / Valdir Mello
Imagem não disponível

O Ministério da Saúde lançou, esta semana, uma campanha nas redes sociais referente ao dia 2 de junho (Dia Internacional da Prostituta), aonde traz um apelo pela visibilidade e respeito às prostitutas. Na campanha, profissionais do sexo trazem à tona questões como a violência sofrida pelas prostitutas e os riscos oferecidos à sua própria saúde ao fazerem sexo com vários parceiros. Amelinha Lilith, prostituta passo-fundense, de 28 anos, contou que essa é uma profissão que ainda sofre muitos preconceitos na sociedade e a campanha só tem a acrescentar e desmistificar as garotas de programa. A jovem conta que muitas das garotas de programa escolhem essa profissão em virtude da grande procura. Amelinha diz que além de servir como alento a muitas pessoas solitárias, o salário é o maior atrativo, mas para seguir fazendo programas é necessário ter vocação. Diz também que, hoje, o comércio do corpo já não é mais tão marginalizado, uma vez que pessoas de todas as classes sociais trocam dinheiro por sexo. Ela comenta que boa parte das prostitutas já não atende a domicílio por questão de segurança, apelando para motéis e lugares particulares escolhidos por elas.

Notícias Relacionadas