O comércio passo-fundense é diversificado, com empresas para todos os gostos e bolsos. O público encontra confecções, bazar, utilidades, entre outros produtos, isso é bom até certo ponto, mas pode se tornar uma dor de cabeça caso o consumidor não tenha controle sobre seus gastos. Outro fator influenciador, são as variadas formas de pagamento que tornam fácil o momento da compra, porém, no futuro, podem se transformar em um problema. O número de pessoas endividadas cresceu muito nos últimos anos, o que fez com que os consumidores ficassem com o CPF retido em programas de proteção ao crédito, como o SPC e o Serasa.
No quadro “Direito do consumidor” desta semana dois ouvintes relataram situações parecidas. Ambos estavam com problemas por não ter quitado dívidas do cartão de crédito. Como a dívida não foi sanada, eles entraram no SPC. Para pagar a conta os ouvintes tentaram negociar com a instituição financeira para conseguir desconto ou até mesmo parcelar, mas sem sucesso.
O advogado Franco Scortegagna explicou que nestes casos os bancos são quem decidem se fornecem ou não desconto eou o parcelamento, porém é um direito da instituição optar por não oferecer os benefícios.
Ele ainda disse que nenhuma empresa é obrigada a parcelar a dívida, mas é importante que tanto o cliente, como a loja, trabalhem com o bom senso. Se o consumidor quer quitar seu débito e a loja receber é importante que os dois se entendam e cedam para que isso aconteça.