Depois da mágoa vem o ódio, depois do ódio vem o nojo e por fim a indiferença, aí já viu né…
Você tem responsabilidade pelas emoções negativas que você causa nos outros?
Muitas vezes, negligenciamos o poder que temos de influenciar as emoções e o bem-estar dos outros.
Mas a verdade é que vivemos em um mundo interconectado, onde nossas ações e palavras têm impacto sobre aqueles que vivem ao nosso redor. Por isso, enquanto você não reconhecer que é responsável pelas sensações e desconfortos que causa nos outros, você não conseguirá se libertar das ilusões que você alimenta a respeito de si mesmo.
As palavras têm o poder de curar ou ferir. Um simples comentário pode alegrar o dia de alguém ou deixá-lo profundamente magoado. O que você diz, mas também o que você não diz, mesmo achando que é algo banal, pode criar um ambiente positivo ou negativo e se apegar ao fato de que “o que o outro entende e como o outro recebe é responsabilidade apenas dele”, na verdade, é uma forma de fugir a responsabilidade.
PORQUE QUANDO IGNORAMOS O IMPACTO QUE CAUSAMOS NOS OUTROS, ESTAMOS NEGLIGENCIANDO NOSSA RESPONSABILIDADE COMO SERES HUMANOS.
A empatia, ao meu ver, é uma forma de consideração, é a chave que te torna responsável pelas sensações que o seu comportamento e falas
causam nos outros. Não é sobre se colocar no lugar de outra pessoa, é sobre compreender suas emoções e necessidades.
QUANDO SOMOS EMPÁTICOS, CONSIDERAMOS COMO NOSSAS PALAVRAS E AÇÕES AFETAM OS OUTROS. ISSO NOS LEVA A AGIR COM MAIS CUIDADO E GENTILEZA.
Antes de agir ou falar pergunte a si mesmo: “Como minhas palavras serão recebidas? Como a minha ação afetará a outra pessoa?” Seja honesto, mas também seja sensível. Evite comentários com críticas pouco construtivas e cobranças demasiadas.
Apenas aquele que reconhecer que causou desconforto ou prejudicou alguém, vai decidir encontrar maneiras de remediar a situação. Um pedido de desculpas sincero ou uma mudança de comportamento tem o poder de curar a si e aos outros. Ao interagir no mundo, pense que você tem o poder de fazer a diferença, tanto para o bem quanto para o mal. Escolha.