Chico Xavier ensinava: cada vez que alguém nos insulta é a limitação dele que se revela
Chico Xavier dizia: “Não há problema que não possa ser solucionado pela paciência.” E essa verdade ecoa quando somos atingidos por palavras injustas, por críticas que não pedimos, por julgamentos que não merecemos. Cada vez que alguém nos insulta, nos reduz ou nos compara, é a dor dele que fala, não a nossa essência. É a limitação dele que se revela, não o valor que carregamos.
Respire. Lembre-se de que cada pessoa sonha o sonho que consegue, até despertar. Muitos não conseguem amar a si mesmos, vivem à deriva da própria sombra, buscando no outro a validação que não encontram em seu coração. Eles falam de si, não de você.
Não é sua missão mudá-los. Não é seu fardo curá-los à força. Quanto mais tentamos corrigir, mais criamos resistência. O que nos cabe é a compaixão: enxergar sem se prender, amar sem aprisionar, compreender sem se perder.
É permitido que eles se sintam decepcionados. É permitido que o outro nos julgue. Também é permitido a nós reconhecer nossas próprias emoções, raiva, tristeza, culpa, insegurança. Não lute contra elas: acolha-as. A energia só dói quando reprimida; quando permitida, torna-se movimento, libertação, fluxo de vida.
Na caminhada espiritual, surgem muitos Guardiões: situações que nos testam, pessoas que nos provocam, desafios que nos puxam para dentro. Mas o convite é sempre o mesmo: permanecer fiel ao próprio caminho, sem precisar justificá-lo. A escuridão não tem poder algum; ela só se impõe quando negamos nossa luz.
Portanto, brilhe. Deixe que seu coração irradie sua centelha mais alta. Quando a dor do outro tentar apagar você, responda com silêncio, paciência e amor. Porque quem permanece na própria luz não precisa provar nada, apenas existir.
Por @diarioespirita1