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Polícia

Caso de polícia traz a tona caso Rita: pai pede justiça e prisão dos assassinos confessos

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Neste domingo, dia 28, o programa Caso de Polícia, transmitido pela Uirapuru, voltou no tempo e relembrou o caso Rita. O sequestro e morte da empresária, com requintes de violência, chocaram a todos os passo-fundenses no ano de 2006 e mais uma vez o caso repercutiu, como confirma a grande participação dos ouvintes. A comerciante e empresária, Rita de Cácia Filippi, no dia 15 de setembro daquele ano, às 20h, ao encerrar o seu dia de trabalho, no mercado da família, localizado na Vila Luísa, foi abordada por quatro homens que a estavam observando da parada em frente ao estabelecimento comercial. 

Rita havia se despedido do pai, Gildo Filippi e ligado para o marido, Nilton Rorato e para o filho Arthur, de seis anos, avisando que estava levando uma pizza. Como após a ligação ela não chegou em casa, o marido ligou para o sogro e verificaram que ela estava desaparecida. Cerca de uma hora depois a Polícia Rodoviária encontrou o veículo da empresária, um Gol, na RS – 324, Perimetral Sul, próximo a pedreira da Vila Jardim. Na sequência, os elementos entraram em contato e pediram resgate, no valor de R$ 40 mil, as negociações duraram dois dias, mas no dia 20 de setembro os piores temores da família foram confirmados. Rita havia sido encontrada morta em um rio entre Passo Fundo e Ernestina. 
A perícia descobriu que apesar das marcas de estrangulamento e facadas, ela foi largada com vida no rio, morrendo por afogamento. O pai da vítima, que ainda sofre ao pensar na filha, uma moça alegre e voltada para família, registra que o trabalho feito pela polícia foi muito bom, seis meses após o bárbaro crime, os assassinos foram identificados e presos. No entanto, após um curto período de detenção foram soltos, recorrendo da decisão judicial até hoje. Fato que indigna o pai de Rita. 
No momento o caso dos criminosos se encontra em Trânsito em Julgado, expressão usada para uma decisão judicial da qual não se pode mais recorrer. Por isso, tirando um dos assassinos que era menor de idade e já cumpriu pena, agora chega à vez de se fazer justiça de forma definitiva. O promotor responsável pelo caso é Diego Endress, e os mandatos devem ser expedidos nos próximos dias. A família está no aguardo e pede que enquanto eles não sejam presos a comunidade não esqueça o triste fato que se abateu em suas vidas.