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Polícia

Caso Celso Augusto: viúva, mãe da vítima e duas testemunhas foram ouvidas durante a manhã

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Após três horas e 15 minutos de andamento, o júri dos quatro acusados de matarem o empresário Celso Augusto Ferraz da Silva, 36 anos em novembro de 2016 é interrompido para intervalo de almoço.

Para a Rádio Uirapuru, a advogada Andreia Tavares, que atua na assistência de acusação destacou que a manhã de julgamento foi produtiva e espera que os quatro acusados sejam condenados pelo crime.

Ainda em entrevista, Fabrício Santiago, advogado que atua na defesa de Kauã, destacou que o acusado é inocente. Ele não apresentou detalhes, mas afirmou que o verdadeiro assassino é outro homem que não foi denunciado. Ele deverá apresentar detalhes no julgamento durante a tarde.

A reportagem não conseguiu contato com os advogados Manoel Castanheira e Andreia Stobee após o término da manhã de júri. Os advogados serão entrevistados pela tarde.

Durante a manhã, foram ouvidos a viúva de Celso, a mãe dele e mais duas testemunhas de acusação.
Vera Regina, mãe de Celso, foi questionada sobre o dia-a-dia se seu filho. No fim de seu depoimento, a mãe do empresário pontuou dizendo que “Deus é maior, ninguém vai fazer Justiça mais do que ele”.
A Rádio Uirapuru acompanha todo o julgamento.

O JÚRI ATÉ O MOMENTO

* O júri começou às 9h com 16 testemunhas a serem ouvidas e 7 jurados populares

* A primeira pessoa a prestar depoimento foi a viúva de Celso

* Após o depoimento de Silvia, Vera Regina foi ouvida no plenário

* Outras duas testemunhas de acusação prestaram depoimento

* Após os depoimentos, o julgamento foi interrompido por 50 minutos para que todos pudessem almoçar.

O CASO

Na madrugada de 16 de novembro de 2016 ele estava em casa com a esposa e a enteada, quando um homem entrou no pátio. A vítima foi até a porta da cozinha e o indivíduo lhe perguntou o endereço, porém foi baleado ao responder. Após a ação, o criminoso fugiu para rumo ignorado.

O crime foi elucidado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa a qual apontou que a ex-mulher da vítima, junto com o atual companheiro planejaram a execução. Segundo a polícia, o casal entrou em contato com um homem, o qual direcionou um jovem para cometer o crime.