Candidata a presidência da República Vera Lúcia (PSTU) quer acabar com a fome taxando os mais ricos
Na tarde desta segunda-feira (29) a candidata a presidência da República pelo PSTU, Vera Lúcia, cumpriu agenda em Passo Fundo. Em visita à Rádio Uirapuru, a candidata falou um pouco sobre sua campanha e propostas. Vera está passando por várias cidades do Rio Grande do Sul e passou por Passo Fundo para conversar com apoiadores, visitar empresas e participar de um jantar com militantes do partido.
De acordo com Vera Lúcia, o programa de governo atende as reinvindicações da classe trabalhadora do Brasil. Ela ressalta que é a única candidata negra, da classe operária e nordestina. Vera diz que conhece bem a realidade de quem trabalha, o desemprego e de quem passa fome. O programa de governo visa mudar exatamente esse cenário no Brasil.
A candidata defende que os mais ricos do país paguem mais impostos para garantir a renda para programas sociais e acabar com a fome no Brasil. De acordo com Vera Lúcia o Brasil está diante de uma tragédia, com mais de 33 milhões de pessoas sem ter o que comer. A candidata relata muita dificuldade em realizar a campanha, pois não tem tempo de Rádio, TV e não é convidada para debates. Vera Lúcia vem usando as redes sociais, as ruas e o boca boca para viabilizar a candidatura.
A candidata do PSTU ao governo do Estado, Rejane de Oliveira, também esteve na Rádio Uirapuru. A candidata relata a mesma dificuldade aqui no Rio Grande do Sul. Sem espaço na propaganda eleitoral e nos debates, Rejane explica que fica muito difícil divulgar seus projetos e programa de governo. Um programa que ela afirma ser feito por trabalhadores para trabalhadores. A candidata revelou que tem um plano emergencial para acabar com a fome no Estado. O PSTU quer dobrar o valor do salário mínimo, isentar as dívidas dos trabalhadores adquiridas durante a pandemia e utilizara mão de obra de desempregados no Governo do Estado. Dessa forma, estaria combatendo o desemprego e utilizando os trabalhadores em obras e serviços do governo.