Skip to content

Segurança

Câmera não funciona e prejudica investigação da morte de comerciária

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Imagem não disponível

 Hoje duas ocorrências policiais chamaram a atenção dos passo-fundenses,  para as câmeras de monitoramento. Enquanto em Passo Fundo o não funcionamento de uma delas, no Bairro José Alexandre Záchia, pode ter prejudicado as investigações da morte da comerciária Carine Nascimento da Silva em Marau e Carazinho os equipamentos ajudaram a identificar membros de uma quadrilha. Com 28 equipamentos instalados na cidade, muitos não estão operando.

 

A comunidade cobrou explicações, pois em Marau existem mais de 30 câmeras, em pleno funcionamento, sendo que nenhum carro entra ou sai sem ser registrado daquela cidade. O secretário de Segurança, João Darci Gonçalves da Rosa, não revelou quantas exatamente estão inoperantes, mas admite o problema. Ele explicou que a câmera do Bairro Zachia foi danificada por vândalos. O cabo de fibra ótica foi rompido. Revelando que o sistema está saturado, sendo que a grande quantidade de informações geradas, atualmente, não são comportadas pela estrutura de monitoramento.

 

Frequentemente é preciso reiniciar o sistema, afetando o armazenamento. O secretário informou, ainda, que já foram feitos projetos de melhoria e apresentados em Brasília, mas o governo negou novos investimentos.O projeto previa a compra de novos aparelhos, cabos e sistema de informática.  Destacou também que, apesar dos problemas, muitos crimes já foram flagrados e as câmeras ajudaram a polícia em diversas ocasiões e não se pode descartar os equipamentos por enquanto.

 

Gonçalves destacou que as câmeras são sensíveis e necessitam de manutenção periódica, sendo que a Prefeitura já está licitando empresa que ficará responsável pelo trabalho no futuro. O sistema foi implantado há cerca de seis anos, com 8 equipamentos e após quatro anos, ampliado com mais 20 câmeras, obtidas com verbas do Ministério de Justiça.

 

Durante a manhã, falando sobre as investigações da morte da comerciária, o delegado Adroaldo Schenkel, registrou que as câmeras são essências para o combate ao crime e que a segurança tem que acompanhar a evolução das tecnologias e usá-las a seu favor.