Câmara de Vereadores participa do Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional
Na manhã desta segunda-feira (1º), o presidente da Câmara de Vereadores de Passo Fundo, Gio Krug (PSD), participou da etapa regional do Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional, promovido pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Com o tema “Pacto RS 25: o crescimento sustentável é agora”, o encontro teve como objetivo construir diretrizes participativas para o futuro do Estado. A atividade aconteceu no auditório do Curso de Direito da Universidade de Passo Fundo (UPF) e faz parte de um ciclo de seminários realizados em diferentes regiões gaúchas, reunindo lideranças locais e representantes da sociedade civil organizada.
Nesta edição, participaram representantes da Região Funcional 9, que abrange os Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) Alto da Serra do Botucaraí, Médio Alto Uruguai, Nordeste, Norte, Produção e Rio da Várzea.
O presidente da Câmara destacou a importância da iniciativa da Assembleia em fortalecer o diálogo com as diversas regiões:
“Sabemos que nosso Estado é grande e possui diferentes contextos e realidades. Nada melhor do que ouvir as lideranças e pessoas de cada região para construir soluções efetivas. O Parlamento Estadual, ao promover espaços como este, abre caminho para uma construção coletiva, mais próxima do cidadão. É ouvindo quem vive os desafios no dia a dia que conseguimos elaborar políticas públicas que realmente façam sentido. Esse diálogo entre as diferentes instâncias é fundamental para que o desenvolvimento seja sustentável e equilibrado em todas as regiões”, afirmou Gio Krug.
Na abertura do evento, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pepe Vargas (PT), apresentou um panorama do momento atual do Estado e explicou por que escolheu esse tema para as discussões da sua gestão.
“A crise climática vem atingindo de modo muito intenso o Rio Grande do Sul. Não se trata mais de discutir se estamos frente a um momento crítico, mas de encarar os desafios colocados por um mundo em transformação. As sucessivas estiagens e os desastres climáticos de setembro e novembro de 2023 e maio de 2024 são sinais de que a crise veio para ficar. A crise tem suas causas em um modelo de desenvolvimento que causa graves desequilíbrios e aprofunda as vulnerabilidades sociais e ambientais em todo o planeta”, afirmou Pepe.